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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Animal pré-Histórico-Mamutes

Os mamutes eram animais mamíferos pré-históricos que não existem mais em função de sua extinção que ocorreu há, aproximadamente, 4000 anos. Faziam parte da mesma família dos elefantes, porém eram maiores (podiam atingir até 5 metros de altura) e possuíam grandes presas de marfim. O corpo dos mamutes era coberto por uma espessa camada de pêlos de cor cinza escuro. Viviam em manadas e se alimentavam, principalmente, de grandes quantidades de folhas, raízes, frutas e vegetais.

Os mamutes habitaram regiões de clima frio e temperado do planeta. Foram encontrados vários fósseis deste animal em países da Europa, norte da Ásia (principalmente Sibéria) e América do Norte, comprovando a vida desta espécie nestes locais. Serviam de alimentação para os homens que viveram no período Neolítico (Idade da Pedra Polida). Os homens pré-históricos, em grupos, caçavam estes animais utilizando armadilhas. A mais comum consistia em forçar o animal a cair do topo de morros ou montanhas. A carne era usada para a alimentação e a pele do animal para a confecção de vestimentas. A caça dos mamutes no Neolítico é apontada por estudiosos como uma das causas de sua extinção. Porém o fator preponderante para a extinção da espécie foi a mudança climática que ocorreu no planeta no final da Era Glacial.

Especialistas afirmam que já encontraram fósseis de sete espécies de mamutes que viveram na pré-história: Mammuthus Columbi, Mammuthus Primigenius, Mammuthus Meridionalis, Mammuthus Trogontherii, Mammuthus Exilis, Mammuthus Imperador e Mammuthus Calvanus.


http://www.suapesquisa.com/pesquisa/mamute.htm

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Quando É que Eles Viveram? (Parte 1)

Os dinossauros desempenharam um papel dominante na Vida na Terra durante  sua era. Mas, dai, chagram ao fim. As Camadas rochosas que contêm fósseis humanos aparecem continuamente acima das camadas que contêm fósseis de dinossauros. Por causa disso, os coentistas em geral concluem que os dinossauros chegaram mais tarde à cena terrestre.



Publicadae impressa quinzenalmente pela Sociedade Torre de Vigia de Biblias e Tratados.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Animal pré-Histórico

As condições da Terra mudaram de maneira gradativa ou depois de violentos cataclismos. Paralelamente evoluíram os organismos vivos, tanto vegetais como animais. Ao longo das eras geológicas, grupos inteiros extinguiram-se e deram lugar a outros, inteiramente diversos.
Vermes, trilobitas, moluscos e outros invertebrados. Dá-se o nome de animais pré-históricos àqueles que viveram antes da era histórica e hoje não existem mais. Os primeiros de que se tem notícia viveram no pré-cambriano, era geológica que compreende os tempos mais recuados, imediatamente posteriores à formação da Terra. Esses seres tinham formas semelhantes às das medusas, vermes e estrelas-do-mar. Na maior parte dos casos só restaram pegadas e marcas fósseis impressas nas rochas, motivo pelo qual seu conhecimento é muito impreciso. No entanto, a atividade da vida marinha animal naqueles tempos distantes deve ter sido muito intensa, já que a partir dela se originou grande parte dos grupos de invertebrados mais importantes.
Na era paleozóica, há cerca de 570 milhões de anos, adquiriram proeminência alguns artrópodes (animais dotados de patas articuladas) que apresentavam certa semelhança com os caranguejos: os trilobitas. O corpo desses animais, composto de segmentos, era protegido por uma dura carapaça que, constituída de três lóbulos longitudinais, continuava na cabeça, onde formava um escudo semicircular. Possuíam elevado número de patas, duas por segmento, assim como um par de compridas antenas, e viviam nos fundos dos mares primitivos. Os maiores alcançavam mais de setenta centímetros de comprimento. Depois de experimentar grande difusão, extinguiram-se, deixando múltiplos restos fósseis.
Junto aos trilobitas viveram numerosas espécies de esponjas, corais, medusas, vermes e moluscos, que se diversificaram progressivamente, à época em que surgiam os primeiros vertebrados aquáticos e terrestres. Os moluscos, e especialmente os cefalópodes (grupo a que pertencem as lulas), experimentaram grande apogeu na era mesozóica. Destacaram-se entre estes os amonites e os belemnites. Os primeiros, protegidos por conchas espirais, eram nadadores. Os belemnites, por sua vez, apresentavam uma carapaça reta e, como os anteriores, dispunham de numerosos tentáculos.
À medida que a vida conquistava a terra firme e as matas cobriam os continentes primitivos, proliferavam novos grupos de invertebrados: insetos, que alcançavam em certos casos considerável envergadura, como as libélulas gigantes, de aproximadamente setenta centímetros, aranhas e escorpiões, centopéias etc.

sábado, 21 de maio de 2011

A descoberta Dos dinossauros (Parte Final)

Em 1986, cientistas argentinos descobriram fósseis dum dinossauro herbivoro na Antártida. Até então, a Antártida era a unica das principais áreas terrestres em que não haviam encontrado fósseis de dinossauros. Pouco antes disso, um pesquisador americano encontrou ossos de dinossauros na Encosta Norte do Alasca. No decorrer dos ultimos cem anos, depositos de ossos de dinossauros em tantos lugares que se tornou ampla distribuição geografica, no passado remoto.

quarta-feira, 18 de maio de 2011




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OXALAIA


Oxalaia



O Oxalaia quilombesis cujo nome “oxalaia” é inspirado na divindade da religião africana e “quilombensis” vem da palavra “quilombo”, pois no local havia um refúgio de escravos, viveu há aproximadamente 95 milhões de anos durante o período Cretaceo. Este dinossauro é considerado o maior carnívoro descoberto em terras brasileiras!.
A paleontóloga Elaine Machado, do Departamento de Paleontologia e Geologia do Museu Nacional/UFRJ, descobriu o fóssil por acaso, quando coletou os restos da cabeça do espinossaurídeo enquanto trabalhava na Laje do Coringa, localidade na Ilha do Cajual, no Maranhão.
O Oxalaia possuía um dente funcional seguido por dois dentes de substituição no terceiro alvéolo de ambos os lados, o que proporcionaria uma substituição muito rápida em caso de desgaste dos dentes atuais.
Este dinossauro possuía uma vela nas costas, muito similar a do Espinossauro que poderia servir como atrativo sexual, para a regulação de calor ou para intimidar adversários.

Dados do Dinossauro:
Nome: Oxalaia
Nome Científico: Oxalaia quilombesis
Época: Cretáceo
Local em que viveu: América do sul
Peso: Cerca de 7 toneladas
Tamanho: 14 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Superordem: Dinosauria
Ordem: Saurischia
Subordem: Theropoda
Familia: Spinosauridae
Genero: Oxalaia
Espécie:Oxalaia quilombesis



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Bibliografias consultadas: .

Os Dinossauros

Os dinossauros constituem uma superordem de membros de um grupo de arcossauros referente ao final do período Triássico (cerca de 225 milhões de anos atrás) e dominante da fauna terrestre durante boa parte da era Mesozóica, do início do Jurássico até o final do período Cretácico (cerca de 65 milhões de anos), quando da extinção de quase todas as linhagens, à exceção das aves – entendido por muitos cientistas como os únicos representantes atuais. Distinto de outros arcossauros por um conjunto de características anatômicas, entre as quais se destacam a posição dos membros em relação ao corpo – projetados diretamente para baixo – e o acetábulo (encaixe do fêmur na região da bacia) aberto, isto é, o fêmur encaixa-se em um orifício formado pelos ossos da bacia. A etimologia da palavra remete ao grego déinos, terrivelmente grande, saurós, lagarto, e, por extensão, réptil.
Historicamente a denominação do grupo (Dinosauria) foi criada pelo paleontólogo e anatomista inglês Richard Owen em Abril de 1842, na versão impressa de uma palestra conferida em 2 de Agosto de 1841 em Plymouth, Inglaterra, sobre fósseis britânicos de répteis e deriva dos termos em grego δεινός (deinos) "terrível, poderoso, grandioso" + σαῦρος (sauros) "lagarto". O grupo foi erigido para agrupar os então recém-descobertos Iguanodon, Megalosaurus e Hylaeosaurus. Apesar da natureza fragmentária dos fósseis, Owen pôde reconhecer que eram bastante distintos dos répteis (vivos e fósseis) até então conhecidos:
Espécies de dinossauro encontradas no sítio paleontológico Egg Mountain (Montanha dos Ovos), estado de Montana, EUA.
  • Eram grandes (outros grupos de répteis grandes eram conhecidos – crocodilos, mosassauros, plesiossauros e ictiossauros, mas estes eram aquáticos, ao contrário dos membros do novo grupo, eminentemente terrestres);
  • Possuíam um encaixe dos membros diferente: os ossos dos membros ficavam em uma orientação paralela em relação ao plano longitudinal do corpo (dirigidos diretamente para baixo), em vez da posição típica dos membros dos demais répteis – saindo perpendicularmente do corpo e se dobrando para baixo na região do cotovelo e do joelho (dirigidos lateralmente);
  • Altura, largura e rugosidades dos arcos neurais;
  • Costelas com terminação proximal (que se liga às vértebras) bifurcada (a costela apresenta um formato de um Y);
  • Coracóide largo e, por vezes, de padrão complexo;
  • Clavículas longas e finas;
  • Ossos dos membros proporcionalmente maiores, mas com paredes finas – indicando hábito terrestre.


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